Ih, ele é atirador de elite

(Para melhor entender essa crônica, assista: “Sniper americano” e “Até o limite da honra”).
“Lá vem o sniper”. A mulherada logo fala. Na barraca das patinhas espertas, de imóveis passam a se animar e saem logo da frente do garanhão. Lá vem o atirador de elite. É hora de correr.
Às vezes, nós mulheres somos iguais galinhas (sem a vulgaridade popular). Se você bate palma, as galinhas se dispersam. E como ele poderá atirar naquilo que saiu da sua mira? Que ele se tranquilize e as mulheres também. Cada galinha terá o seu galo.
Pobre Sniper. A vida dele é dura. Ninguém o quer e ninguém o chama de meu bem. Quando ele atira, ele não quer a patinha, e sim ursinha que é o verdadeiro prêmio. Por isso ele atira, e desesperadamente sem revelação, vai tu mesmo,  “e o que vier a mim, de maneira alguma lançarei fora”.
Mas tem mulher atiradora de elite também! As G.I.Janes. “Se aparecer na minha frente, eu sou a leoa”. “Raspo até a cabeça se for preciso!”, “Viro a Demi Moore e faço até frexão de braço em barra alta!”. Depois não se garante na sobrevivência emocional. Tenha amor por si mesma. Vale a pena esperar. Que alguém atire em seu coração.
E continuemos falando deles. Tem os que são apenas caçadores e metralhadores. Matam a sua presa, penduram a cabeça da mulher na parede e dizem apenas “catei mais uma”. Para esses que gostam desse verbo, uma clássica para ti: “Vai se catar, sem vergonha”. De preferência com os seus conceitos. Você está mal, rapaz.
Em suma, mulheres: snipers assustam, porém eles estão sempre atirando. Só fujam dos caçadores, esses nunca irão merecer uma mulher de valor.
Aos homens: Queridos snipers, sejam delicados e sempre viris. Um bom atirador não sai metralhando para todos os lados. Apenas olhe, ore, e quem sabe acerte aquele coração. Ninguém atira em algo que não se vê.

Toma via crônica.

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