Educação é muito bom. E todo mundo gosta!

“Com licença”, “Obrigada!”, “Pode passar”, “Desculpe!”, são coisas do oooutro século. Querido, acorde do seu sono! Essa é a realidade: A educação moral foi para o espaço... Ou trancafiaram num baú no fundo do quintal. Nem no fundo do peito: Já se esqueceu! 
A mulher que trabalha lá casa, Dona Chiquinha, contou-me um fato: Óh! De horror: Levou um solavanco de um cavalo que trotava numa dessas ruas movimentadas cheias de camelôs. E pobrezinha, caiu no chão! Ela não deu detalhes. Mas pelo jeito, naquela hora sua educação embarcou para a lua também. 
As crianças? Sinto muito: Esse papo de pobrezinhas, para elas não existe. Seu Delício, o nosso motorista, chegou meio irritado no serviço: Disse que a criançada da vizinhança o chamava de careca. Graças a Deus ele não é Eliseu.
Quem são os culpados? Os pais, que fazem seus filhos e os largam na rua. E quem os cria? O mundo, desse jeito que você vê por aí, meus leitores. A educação se aprende com farol na mente. Vermelho: Pára. Verde: Atravesse. Nas esquinas movimentadas e sem farol, o pedestre: Vai para o céu! Ou xinga, e xinga muito. 
E o motorista, que leva e dá ofensas não existentes no meu vocabulário mental. Para isso existe as varadas dos apitos, e as advertências das canetas.E isso não é de etnia, região brasileira “humiiiiilde”, ou de qualquer lugar que venha.Há caipiras que dizem “Quer um café?”, e “Pode entrar”, e há nordestinos mais finos que paulistanos orgulhosos.
Agora, se você é um desses mau-educados, que andam por aí trotando, atropelando e derrubando senhoras... Ou, não quer ser educado por opção... Peço licença. Volte para casa, e depois para escola. Chegando ali, diga a sua mãe e a sua professora “Desculpe, voltei aqui porque não sei viver em sociedade”.


Toma via crônica.

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